Sala para Treinamento

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Sala para Treinamento

Mensagem por Anne Laurousen em Qui Dez 13, 2012 12:01 am

Sacada
• 2º Andar •


Uma área reservada para treinamentos. A sala tem um sistema de ilusão de ótica maravilhoso e a pessoa que deseja treinar (sozinha ou acompanhada) só precisa chegar aqui e dizer o cenário onde quer lutar, a arma que quer usar (ou não, se não quiser usar nada) e se quer ou não pessoas para enfrentar, e tudo o que ela pediu irá cercá-la.



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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por James Blackwell em Qui Dez 13, 2012 12:43 am



Black Castle - Sala de Treinamentos




Vampire - James Blackwell - 17 years old



Acordo no castelo com vontade de lutar. E com fome. Depois de comer, vou direto para a Sala de Treinamentos. Quando chego ao centro, falo:
Cenário aleatório. Pessoas. Sem arma. Obstáculos. Faca-Reserva.
Aparece um rio, com pedras e uma floresta perto. Estou em uma ponte, e dos dois lados chegam pessoas-robôs. Começa a chover, uma chuva forte, e logo fico encharcado. A roupa pesa mais, dificultando a luta. Estou cercado em um lugar que não posso fugir, apenas lutar. Derrubo um, dois. A roupa fica pior. A chuva também. As pessoas-robôs não param de chegar, e sou só um. Agora é com a lógica.
Odeio isso. Prefiro mais o combate físico, e não a estratégia. Porém é necessária. Derrubo mais alguns, mais rapidamente, de modo que a área fica livre por uns três metros. A ponte é gigante. Tiro a faca-reserva que apareceu no meu bolso e corto a corda da ponte. Pegos de surpresa, uns quinze robôs-pessoas caem. Me seguro na ponte e chego do outro lado, saindo. Continuo lutando muito. Fico com um corte no rosto e outro no braço. Mas sinto por causa da adrenalina, mas depois iria sentir.
Até que escuto a porta da sala se abrir.



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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Brandom Stark em Ter Dez 18, 2012 12:25 pm



Fui procurar coisa para fazer no castelo, horas antes do baile. Andei por alguns lugares e lembrei de uma sala de treinamento muito legal que funcionava com, tipo, comando de voz. Fui até o terceiro andar e abri a porta. Jay estava ali se matando, quer dizer, lutando. Ele não me vê e eu resolvo acabar com a alegria dele.
- Fim do treinamento.
Digo alto e tudo ao redor dele some.
- Cara, pontezinha e abismo? Que previsível.
Falo para irritar.
- Vamos fazer isso certo. Sala maluca, presta atenção: interior de um vulcão. Garotas más de biquini. Duas adagas. Pote de cerveja no final. Agora vai ficar interessante!
Surge uma adaga na minha mão e uma na de Jay e o lugar começa a ficar queimando. Garotas de biquini aparecem por todos os cantos e começamos a acabar com elas, uma pena, claro. De repente, uma errupção acontece e lava caí por todos os lados.
- Droga!
Tenho que desviar da lava também e as garotas pegam pesado.


Post 09 - Sala de Treinamento - With Jay




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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por James Blackwell em Ter Dez 18, 2012 11:47 pm



Black Castle - Sala de Treinamentos




Vampire - James Blackwell - 17 years old



Brandom entra e acaba com tudo. Idiota? Com certeza.
Cara, não acredito que você fez isso. Estava quase lá!
Cara, pontezinha e abismo? Que previsível.
Reviro os olhos, girando a faca na mão e jogando para trás, pegando e guardando no bolso.
Cenário aleatório. Já ouviu falar?
A minha roupa secou assim que o cenário sumiu. Bran faz outro cenário. Legal. Bonito. Muito bonito. Bem, tira o vulcão e ficaria. Ah, e o fato das gatas quererem nos matar.
Uma adaga aparece na minha mão, e uso elas para matarem as garotas que estão a meu alcance. Tudo fica mais quente, e vira um borrão. Tem lava, muita lava, mas também tem muitas garotas más querendo me matar.
Até que chega uma irresistível. Sério. Como teria coragem de eliminar uma garota linda como aquela? Me aproximo, abraço-a, ela entra na minha. Ela é má. A beijo, afasto e falo:
Não gosto de gloss com sabor de melancia. É uma pena que você não seja real.
Enfio a adaga no coração dela, perfurando os órgãos necessários para chegar até lá, e a garota-linda-robô-com-gloss-de-melancia some.
Dou de ombros, desvio da lava. Só agora percebo que estou suando. Bran está envolvido em uma luta, sai dela e vai para outra.
Faço isso também, mas chego lá antes dele, eliminando mais garotas más. Pego o pote de cerveja, abro, e bebo. Muito bom. É claro que não é um Whisky, que é muito melhor, mas é melhor que nada. Brandom deveria ter pedido Whisky.
Ganhei.
Pego uma cerveja(estou sentindo falta do Whisky) e jogo para ele. Assim que ele pega, o cenário some, já que eu cheguei no objetivo.
Cara, eu tenho a sensação que deveria estar em outro lugar.



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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Brandom Stark em Qua Dez 19, 2012 12:34 pm



Elas lutam bem até, mas tem umas tão lindas que é realmente uma pena matá-las. Jay chega primeiro no final e joga uma cerveja pra mim, assim que pego, o cenário some. Abro, tomo um gole e Jay fala sobre ter que estar em algum lugar. Daí eu lembro qual é o lugar.
- O treinamento! E o baile, cara. A gente tá muito atrasado.
Tomo mais um pouco e acabo com a garrafa.
- Vamos nessa?
Saímos dali para o quarto e depois para o salão.

Continua: http://campsobrenaturalrpg.forumeiros.com/t319-salao-de-festas





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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por James Blackwell em Qua Dez 19, 2012 5:10 pm

Continua no Saguão

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Nick Nightraven em Qua Jul 10, 2013 2:04 am


Níck Nightraven


TAGGED:

Victor and Jean.

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Training clothes.

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Lots of crazyness.

TheIsland.


Mais uma manhã comum no Black Castle. Só que não.
Decidimos treinar um pouco, tendo em vista a recente leva de ataques da Irmandade ao acampamento e a toda a comunidade sobrenatural. Eu, Jean, Victor e alguns colegas guardiões nos reunimos na sala de treino. Até ai tudo bem, dei as informações do exercício em alto e bom som:

- Local: Ilha paradisíaca. Tipo de Missão: Resgate. Objetivo: Resgatar o membro sequestrado e voltar para o ponto de partida no tempo determinado. Duração do exercício: 5 horas. Armamento: Protocolo padrão de armas definido por raça e aptidão. Dificuldade: Máxima.

Todos me olharam com uma cara estranha. Ninguém nunca treinava na dificuldade máxima, mas devido às circunstâncias, achei apropriado. Eu não poderia estar mais errado. Você vai entender porque com o que vem a seguir.

-----//-----

Rapidamente a sala começou a mudar ao nosso redor. De repente estávamos em uma ilha deserta, com vegetação completamente diferente de qualquer outro lugar que você possa imaginar. Paradisíaco não fazia jus ao que contemplávamos.

Para todo lado que você olhasse, algo novo. Plantas estranhas cheias de espinhos e cores vibrantes moldavam a paisagem à nossa frente. As árvores, de copas altas típicas do litoral eram extremamente próximas umas das outras e criavam uma atmosfera medonha e ameaçadora, ao mesmo tempo chegava a ser intrigante e até mesmo misteriosa.

Nós já estávamos armados e nossa vestimenta também mudou. O que era ótimo, uma vez que eu estava com uma roupa social que eu realmente não gostaria de deixar em fatias. Todos estavam dispostos lado a lado, preparados para um possível ataque. Olhei ao redor procurando o membro que havia sido sequestrado. Ah, que ótimo, só podia ser a Jean mesmo...

Com um suspiro eu dou a ordem.

- Vamos nos espalhar. - Estávamos em nove sem a Jean. Sendo assim, formaríamos três grupos de três. - O objetivo é chegar ao templo. O único problema é que temos esta linda floresta, um rio e um abismo no nosso caminho. Boa sorte para todos.

Eu, Victor e Daniel - outro guardião - formávamos um dos grupos, sendo assim, fomos direto para a selva. Cada grupo tomando uma direção diferente.

- Fiquem juntos e sejam cuidadosos, não subestimem seus adversários! - Gritei antes de nos separarmos, em seguida seguindo Victor e Daniel naquela coisa úmida, fedida e asquerosa que chamávamos de selva. Por que não escolhi o jardim do Black Castle como local de treino? Péssimas ideias, como sempre, Nick.


 Thanks Plot Maker, Juh e Clumsy.
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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Victor Marks em Qua Jul 10, 2013 2:35 am


Cuz there'll be no sunlight...

If I lose you babe.

Eu Nick e o outro guardião entraram na floresta que era muito linda, mas sinto algo de diferente na que lê  lugar era como se meus sentidos estivessem me avisando de que algo iria nos atacar e como eu sentira as plantas nos atacam me forçando a dar um pequeno salto para traz, perto de onde os dois estavam  então me transformo em um grande Lobisomem de pelagem cinza e os olhos negros como a noite, mas não ataco de inicio me lembrando de que o Nick dissera para não nos separarmos.
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Última edição por Victor Marks em Dom Jul 14, 2013 6:41 pm, editado 4 vez(es)
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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Nick Nightraven em Qua Jul 10, 2013 2:49 am


Níck Nightraven


TAGGED:

Victor and Jean.

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Training clothes.

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Lots of crazyness.

TheIsland.


Não demorou muito e fomos surpreendidos por um ataque. A princípio não entendi direito o que havia nos atacado, foi quando Victor se transformou que eu percebi as plantas ao redor. Elas estavam... Se movendo.

Alguma coisa estava se entrelaçando pelo chão, pareciam cipós. Em uma versão mais grotesca e cheia de espinhos. Apontei minha varinha para uma coisa gigante semelhante a uma drósera que sibilava ruidosamente e entoei:

- Materia deleo! - A planta monstruosa explodiu em pedacinhos, seus cipós se contorcendo freneticamente e se afastando lentamente. Por fim eles pulverizaram, liberando partículas minúsculas de cinzas pelo ar. Me virei apenas para encontrar Victor completamente imerso nos cipós e Daniel prestes a ser engolido por uma orquídea imensa. Eu tinha que escolher quem salvar e é óbvio que ajudei Victor, do contrário Jean me mataria.

- Abscissus Praecise! - Apontei para os cipós, que foram fatiados em pedacinhos, sem ferir Victor, que avançou contra a orquídea mutante que já tinha engolido parcialmente Daniel. Espero que ela não tenha dentes. Volto minha atenção para outra planta monstruosa que decidiu tentar a sorte contra mim.

 Thanks Plot Maker, Juh e Clumsy.


Última edição por Nick Nightraven em Qui Jul 11, 2013 11:18 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Victor Marks em Qua Jul 10, 2013 3:09 am


Cuz there'll be no sunlight...

If I lose you babe.

Assim que o ataque começa um bocado de cipós me prende totalmente eu consegui ouvir a voz do Nick ele falara em uma língua que eu não conhecia mas não podia me dar ao lucho de morrer ali eu tinha que salvar a Jean então começo a me contorcer para tentar me soltar mas paro ouvindo de novo as palavras estranhas que o Bruxo recitava, logo depois de ele parar de falar os cipós se soltam de mim me sinto melhor por estar livre vejo que estava tudo bem com o Presidente, mas com o outro garoto as coisas  estavam meio ruins ele estava sendo comido por uma planta carnívora que era exatamente igual a uma orquídea sem pensar duas vezes corro ate a planta pulo e lhe dou um aranhão na parte de cima da mesma, a planta cospe o garoto que sai todo melecado de uma gosma meio verde e meio transparente ele não não estava machucado oque era uma boa coisa, então um cipo se enrosca em minha cintura me levantando no ar e me jogando em uma arvore logo em seguida, com o impa quito eu dou um ganido igual a um cachorro de rua olho para a planta e a ataco na mesma hora desvio de dois cipos arranho o caule da planta logo em seguida corto com uma mordida um dos cipos mas o segundo me atinge no rosto me mandando para longe dou uma olhada rápida no guardião que eu salvara e o mesmo também estava lutando com uma planta me preparo para ir ajudá-lo mais uma vez, mas um dos cipos que a planta estava usando se prende em minha pata e me puxa me jogando para dentro da boca dela e eu sou engolido pela planta - uma planta não ira me matar porque eu tenho que ir salvar a Jean- penso e começo a arranhar a planta por dentro e então um buraco e aberto no ponto que eu aranhava e eu saio pelo mesmo matando a planta.
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Última edição por Victor Marks em Dom Jul 14, 2013 6:42 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Jean Devanivie em Qui Jul 11, 2013 11:47 pm





O treinamento  
 
"There's nothin' wrong with lovin' who you are" She said, "'Cause He made you perfect, babe" "So hold your head up, girl and you you'll go far, Listen to me when I say"

Nick deu as informações do treinamento as quais eu ouvi com toda a atenção. Não sei quanto aos outros mais a dificuldade em que ele esclarecerá ser o exercício não me pareceu nem uma surpresa. Mais ele gosta de desafios, bom saber. 
A sala começou a mudar minutos depois. Agora eu me encontrava em um lugar envolvido de plantas de cores vibrantes. Olhei para meu redor procurando o local que teria que ir, era obvio que Nick, Victor e os demais já não estavam ali. Revirei os olhos. Porque tinha que ser eu a sequestrada?
Enquanto observava meu redor percebi aquela sombra, algo muito grande estava a bloquear o sol a minha direita então era provável que teria que seguir aquela direção. Fui avançando lentamente, estava muito fácil par ser verdade só podia ter alguma armadilha a minha frente e não estava enganada. 
Acabei por pisar em algo que me prendeu de cabeça para baixo enquanto vários indígenas incrivelmente altos avançavam em minha direção. Peguei minha varinha com dificuldade eu odeio ficar de cabeça para baixo, isso me da dor de cabeça. 
Apontei minha varinha para o cipó que me mantinha de cabeça para baixo. 
- Abscissus Praecise! – Enquanto os cipós se fatiavam em vários pedacinhos meu corpo ia de encontro com o chão. Fiz uma careta ao sentir o impacto e quando percebi já estava cercada pelos indígenas apontando suas lanças em todas as direções de meu corpo. Droga! Ergui minha varinha percebendo os olhares curiosos e sarcásticos dos indígenas. 
- Omnimo Per Ignem! – Lancei as chamas em cada indígena, enquanto eles lidavam com seus problemas eu lidava com o meu. Levantei-me rapidamente e sai correndo.  
Thanks Zafrina and Maay


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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Nick Nightraven em Sex Jul 12, 2013 12:24 am


Níck Nightraven


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Após lutar incessantemente contra as adoráveis plantas carnívoras - chegamos a encontrar uma com dentes tão grandes e longos quanto uma limusine clássica e tão afiados quanto um bisturi. Não foi divertido. - eu, Daniel e Victor estávamos exaustos. Mas não podíamos nos dar ao luxo de descansar. Jean estava em perigo e posso jurar que ouvi Victor falando sozinho sobre o quão encrencado ele estará se ela quebrar uma unha no meio dessa confusão toda.

Nós avançamos pela floresta, os uniformes deles completamente encardidos devido a batalha, enquanto o meu, é claro, permanecia impecável. Adoro feitiços de preservação... Mas voltando ao assunto, após alguns minutos de correria e agitação, parcialmente perdidos na mata, nos vimos às margens de um córrego. A água era de um verde-escuro tão forte que parecia sólida, me atrevo a dizer: palpável. Quem sabe isso se deva à concentração de matéria orgânica morta que... estou me dispersando de novo, foco Nick.

Ok, onde estávamos? Ah, o córrego. Bendito córrego. Nós deveríamos ter ido em outra direção, sinceramente. Ainda carrego comigo os hematomas. Ops, spoilers.

Victor - por deus, não acredito que direi isso - estava farejando - pois é, na forma humana dele - alguma coisa no ar. Ele parecia inquieto e confuso. Daniel teve a infeliz ideia de lavar o rosto no córrego.

- O que você pensa que está fazendo?! - Tentei impedir-lo mas era tarde demais. Ele atingiu a proeza de enxaguar suas mãos, sujas de sangue devo observar, na água. Ótimo, perfeito, porque nós não deveríamos desconfiar de um córrego, no meio de uma floresta maluca, cheia de plantas carnívoras. Tem razão, eu estava sendo muito paranoico. Ou não.

Algo estava se aproximando pelas águas do pequeno córrego; que na verdade era um tanto fundo se você quer saber,  sua velocidade era no mínimo esquisita para um ser que habita um córrego, mas tudo bem. Por um segundo não vimos ou ouvimos mais nada. Foi quando uma boca enorme e cheia de dentes irrompeu da água e pode ser que ela tenha se fechado onde antes estava um dos braços de Daniel - Não que eu não fosse arrancá-los de qualquer forma pela estupidez da ação dele -, Ah, pobre Daniel.

Sangue jorrou por toda parte, o corpo imenso e bestial do que parecia ser um crocodilo um pouco fora do tamanho habitual - o que já é grande demais pro meu gosto - completamente emerso. Daniel fez menção de soltar um grito. Uma expressão de pânico total tomou conta de sua face. O semblante de Victor era uma mistura de surpresa com raiva e algo mais, talvez satisfação por ter percebido que havia algo de errado e que não seria sensato se aproximar do córrego. Pena que o outro guardião não teve a excelente ideia de avaliar a situação primeiro.

O crocodilo descreveu um semi-circulo no ar digno de um filme da Disney - estou falando sério - e voltou para a água, o impacto que ele causou enquanto imergia simplesmente lançou água por toda a parte. O que não excluiu meu uniforme. Acho que meu encantamento não funcionava contra água. Ficamos todos ensopados - meu cabelo uma verdadeira bagunça. Uma bagunça descomunal para dizer a verdade, sem exageros de minha parte - e é claro Daniel ainda estava se contorcendo no chão, sem ao menos conseguir gritar. Patético. Isso tudo é apenas uma simulação, será que ninguém percebe? Qual é, a qualquer momento o braço dele vai re-surgir.

A criatura soltou um grunhido estridente - eu nem sabia que crocodilos super crescidos podiam grunhir, mas vamos relevar isso tendo em vista que estamos em uma realidade alternativa - e veio à superfície novamente, desta vez avançando em direção à terra firme. Victor me ajudou a levantar Daniel e nós começamos a arrastar ele, correndo desengonçadamente pela margem do córrego, com um crocodilo de sei lá quantas toneladas - centenas delas provavelmente - ao nosso encalço e para ajudar o desgraçado podia correr, e muito. Até demais para quem tem patas adaptadas para a vida aquática, não que eu seja um biólogo ou coisa parecida.

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Victor Marks em Sex Jul 12, 2013 1:07 am


Cuz there'll be no sunlight...

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Depois de uma longa luta contra as plantas e de derrotar uma que parecia ser maior e mais forte nos corremos pela mata um pouco perdidos e todo o tempo eu ficava murmurando que se a Jean quebrasse uma unha sequer na simulação ela iria me matar, ate que chegamos em um córrego de cor verde eu e o Daniel estávamos com os uniformes sujos por causa da luta mas o Nick não acabei não dando muita atenção para isso eu já estava novamente em minha forma humana mas mesmo nela eu ainda tinha um excelente olfato então comecei a farejar o local (igual a um cão) olho para o Bruxo e vejo que ele não intendera, mas então noto oque ele estava olhando de verdade o Guardião que fora no nosso pequeno grupo ele então se agacha e começa a lavar as mãos que estavam com um pouco de sangue e então sem eu perceber na hora uma grande boca arranca um de seus braços a boca pertencia ao que parecia ser um crocodilo gigante o mesmo volta para dentro da água criando uma grande onda que nos molha. Eu e o Bruxo pegamos o insensato Guardião e o carregamos para longe do rio, mas o bicho que estava no mesmo sai de lá e começa a nos perseguir oque era uma coisa incrível com todo aquele tamanho – ei se você tiver algum feitiço que nos ajude agora use-o que eu carrego o garoto- disse para Nick enquanto corríamos.



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Última edição por Victor Marks em Dom Jul 14, 2013 6:30 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Jean Devanivie em Sab Jul 13, 2013 2:26 am





O treinamento  
 
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Ao sair correndo acabei por me perder da trilha entrando cada vez mais adentro da floresta. Parei ofegante olhando ao meu redor, agora não sabia mais aonde era o local objetivo. Só havia uma coisa a ser feita, rastrear o bruxo mais próximo. Apontei a varinha para o alto falaçando faíscas avermelhadas.  Sai correndo para o local quais as faíscas indicavam.   Por sorte encontrei Nick, Victor e outro guardião que não conhecia. Um bicho estranho estava a ponto de ataca-los, ia ao encontro de Victor e o outro guardião.

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Nick Nightraven em Sab Jul 13, 2013 3:22 am


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Eu já estava cansado de correr; era tudo que eu tinha feito desde o começo do treinamento, basicamente.
Daniel ainda estava sangrando, e muito. Droga, alguma coisa está muito errada, isso é só uma simulação, ele deveria estar curado a uma hora dessas.

Faíscas vermelhas irromperam no céu, como fogos de artifício costumam fazer em ocasiões especiais. Exceto que o crocodilo não os achou nem um pouco divertidos ou mesmo bonitos, já que eles voaram direto em sua direção, explodindo em uma chuva rubra incandescente que se espalhou rapidamente pelo ar. Não posso negar que este feitiço foi incrivelmente bem lançado e eu sabia exatamente quem tinha feito isso: Jean. Era a cara dela.

Olhei em volta - aproveitando o tempo em que a criatura grunhia e tentava recobrar os sentidos - procurando pela garota, que em uma fração de segundos já estava ao nosso lado.

- Que bom que está tudo certo com você. - Lancei um olhar de satisfação para o casal que parecia muito contente ao se reunir. - Agora, se não se incomodam, eu adoraria que o nosso querido Daniel parasse de sangrar pelo caminho todo. Ele só está atiçando este grandalhão ali. - Apontei para o crocodilo, que estava sibilando enquanto nos encarava e passava uma das patas traseiras pelo chão lamacento de forma ameaçadora. Estreitei os olhos, erguendo as mangas do meu uniforme, com a varinha em mãos e sem desviar o olhar da besta em momento algum. - Vou tentar segurar ele enquanto vocês param esse maldito sangramento, aconselho vocês a manter distancia, isso não será nem um pouco bonito. Não posso dizer que tenho experiência em lutar contra lagartos super desenvolvidos.

Fiz um amplo movimento com o braço esquerdo, com o qual eu segurava minha varinha, em seguida, lentamente a ergui, entoando:

- Truncatis vites aderunt mihi! - Cipós voaram da mata, criando um zunido forte devido ao seu atrito com o ar. Elas chicotearam o lagarto, que mal pareceu sentir o golpe, apenas bufando e avançando lentamente com suas escamas pontiagudas e grossas, que formavam uma couraça mais parecida com uma armadura do que com qualquer outra coisa. Com outro movimento da minha mão as vinhas se enrolaram no animal. - Okay, você é uma lagartixa muito durona, tenho que admitir isso.

Os cipós não adiantaram de nada, ele apenas continuou andando, rasgando-os como se fossem feitos de papel. Eu fiquei parado por um momento, pensando em alguma forma de acabar com aquele bicho. Tive uma ideia. Fiz um movimento brusco com a mão, apontando para o lago, como se eu estivesse ordenando que o réptil fosse para a água.

- Ventilabis attonitus! - Enquanto as palavras saíam de minha boca, uma força invisível empurrou o crocodilo com uma força descomunal, fazendo com que ele se desequilibrasse e caísse na água. - Aqua scintillae! - Uma descarga elétrica gigantesca irrompeu de minha varinha. Eu recuei alguns passos tamanha a força com que ela se projetava para fora, me dando problemas para suportar meu próprio peso. A descarga atingiu a água e no mesmo instante uma claridade cegante tomou conta de tudo. Eu não conseguia enxergar nada e o som ensurdecedor que a descarga elétrica fazia ao ser conduzida pra toda parte pela água não me deixava pensar claramente. O feitiço foi forte demais e eu senti uma pontada percorrer meu corpo todo, que ficou tenso por alguns segundos. Havia muita fumaça por toda parte e eu já não via Jean ou Victor, movi a varinha para o lado, como quem tenta pegar algo no ar, o que afastou o vapor da minha frente, permitindo que eu olhasse para o lado. Nenhum sinal da criatura, só o cheiro corrosivo de queimado misturado ao do vapor. Me aproximei da água, que ainda soltava algumas faíscas devido à massiva carga elétrica que eu despejara nela. - Lagartixa?

Um cauda enorme de escamas grossas e ásperas me atingiu com uma força sobrenatural, me jogando contra uma árvore. Eu vi meu mundo inteiro girar e não estava mais entendendo absolutamente nada. De onde aquela cauda imensa veio que eu não vi? Minha audição era a unica coisa que ainda funcionava, eu conseguia ouvir alguma coisa respirando pesadamente e um grito distante. Espero que Victor e Jean estejam bem, é uma pena que depois de tudo pelo que passei eu vá terminar perdendo para uma lagartixa mutante superdesenvolvida com um ego gigantesco que mora em uma droga de córrego. Agora meu orgulho estava ferido. E tudo isso era apenas um treinamento mas, pelos deuses, estes machucados pareciam bem reais e meu corpo inteiro parecia estar se despedaçando. Sangue vertia de minha testa e eu tenho certeza que minha camisa rasgou em algum lugar, deve ser por isso que onde antes havia tecido agora há um gigantesco corte no meu peito. Minha intuição me diz que o crocodilo já pode sentir o cheiro de sua próxima refeição e, cai entre nós, não acho que ele vá se contentar apenas com o meu braço. Esse treino não poderia ficar melhor.

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Victor Marks em Sab Jul 13, 2013 3:48 am


Cuz there'll be no sunlight...

If I lose you babe.

Fico sem a reposta do garoto e o outro não parava de sangrar e o bicho estava se aproximando, mas então escuto uma explosão e olho para trás vendo que  quem produzira a mesma era Jean que estava bem e já estava ao nosso lado mas não tenho tempo para dizer qualquer coisa porque o Nick pedira que décimos um jeito no Guardião e então ele me deixa segurando o mesmo e ataca o crocodilo eu e Jean então vamos para um canto seguro, deito o Daniel no chão e a Jean começa a cuidar dele e com isso uma forte luz se espalha e logo em seguida escuto um baque surdo.

Será que o crocodilo estava morto ou era o Nick, saio do local onde estávamos e vejo que o animal estava bem, mas o Bruxo não então para ajuda ló me transformo novamente em lobisomem e ataco o bicho pulado em suas costas e arranhando o mesmo mas ele me joga para um lado com sua calda eu então caio perto do lago meio tonto e com muita raiva pego então uma pedra que estava perto e a jogo no crocodilo mas por ela não ser muito grande ela não faz nem um arranhão nele – como vamos derrotar essa coisa, só espero que o Nick consiga usar alguma magia- penso enquanto sou arremessado em uma arvore pela poderosa calda do réptil


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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Nick Nightraven em Sab Jul 13, 2013 4:20 am


Níck Nightraven


TAGGED:

Victor and Jean.

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Training clothes.

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Lots of crazyness.

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Por algum motivo o crocodilo não havia me devorado... Ainda. Ouvi sinais de luta e meus sentidos aos poucos estavam voltando ao normal. Percebi então que Victor estava tentando segurar o animal, bom, ele não estava se saindo melhor do que eu.

O lobisomem foi arremessado contra um árvore e caiu ruidosamente no chão, antes mesmo dele conseguir se levantar o réptil investiu contra ele novamente, abocanhando ele na região do torso, o erguendo no ar. Ele rugiu de dor, preenchendo o ar com os seus uivos de sofrimento.

Eu não podia deixar isso acontecer... Não, nós não vamos perder esta luta de jeito nenhum, nós precisamos sair daqui e descobrir o que diabos houve com essa maldita "simulação" que de simulação não tem nada, afinal, podemos nos ferir aqui como se estivéssemos em uma situação real.

Me levanto com dificuldade, cada músculo, cada osso e articulação do meu corpo parecia queimar, enviando ondas de dor a cada movimento. Levanto a minha mão direita e minha varinha vem voando em direção a ela, acho que em algum momento eu a havia derrubado. Eu passo ela na palma da minha mão, fazendo um corte fundo. Sangue não demora a verter da ferida.

- Oh imperiosa! Specie carnem et sanguinem omnium formarum, moto alis tuis! Expectabunt qui nomen 'homo'. Lux spes et somnia parte medii; Et tandem ire tenebras nova lux erit. - Respiro fundo, fechando os olhos por um momento. Este era o meu melhor feitiço, o único problema é que se eu errasse não haveria qualquer outra chance de vitória. Abro meus olhos novamente, eles estavam brilhando por dentro com uma chama azul crepitante. O sangue na palma da minha mão começou a entrelaçar minha varinha, e brilhar em diversos tons de azul e branco, meu corpo inteiro ardia como uma chama forte e insistente, apesar do meu estado. Todo o brilho, toda a luz sumiu, parecendo se concentrar na ponta da minha varinha. - Tonitrua album!

Eu gritei e foi a última coisa que eu ouvi. Victor já não estava mais aguentando a pressão que o animal imprimia sobre ele, quase sucumbindo à força da mordida do mesmo. Uma onda de luz branca emanou do meu corpo, criando uma rajada de vento que se espalhou rapidamente, levantando folhas e agitando a água. A energia na ponta da minha varinha então cortou o vento, indo em direção ao crocodilo mutante ou o que quer que ele fosse, explodindo em tons de azul, branco e púrpura. Eu cai no chão assim que a energia deixou minha varinha, que agora não passava de cinzas dispersando-se no ar; a minha sorte é que é apenas uma varinha de treinamento e não a minha original.

O raio de energia massivo abriu um verdadeiro buraco na carapaça do crocodilo, atravessando o corpo inteiro dele e quase o dividindo ao meio, a energia continuou em frente, como um disparo único em linha reta, cortando a mata inteira e se dissipando à uma distancia incerta. O animal explodiu logo em seguida em milhares de partículas brilhantes à luz do sol, tudo acontecera tão rápido que ele não fora ao menos capaz de revidar, talvez nem mesmo de pensar em fazê-lo.

Victor caiu no chão pesadamente, já em sua forma humana, a parte de cima de seu uniforme já não estava mais lá e as marcas das perfurações dos dentes da besta estavam tomadas por um vermelho mais escuro, diferenciado daquele que cobria o resto do seu corpo. Jean gritava desesperadamente, em algum momento ela deve ter abandonado Daniel pois agora ela corria em nossa direção. E isso foi tudo.

O ambiente ao nosso redor começou a se desintegrar lentamente, voltando à aparência original da sala, exceto pela quantidade absurda de sangue no chão. Haviam quatro corpos sem vida, entre eles o de Daniel, todos os outros participantes do treino muito feridos, com exceção de Jean, que estava desesperada sem saber a quem ajudar primeiro. Ela gritou por ajuda e os outros guardiões que ainda estavam em condições para ajudar se aproximaram. A situação pode ter sido mais séria do que eu imaginava.

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Victor Marks em Sab Jul 13, 2013 4:36 am


Cuz there'll be no sunlight...
If I lose you babe.
Depois de eu ter batido em uma arvore e caído no chão, àquela coisa ainda teve a ousadia de me morder, pude suportar por um bom tempo a dor por causa da minha forma de lobisomem, mas não durou muito só pude resistir ate e o Bruxo lançar seu feitiço que tinha muitas cores, mas essas eram basicamente azuis. Depois de ele lançar o tal feitiço sinto a pressão em meu corpo diminuir gradativamente e logo em seguida a dor do encontro com o chão minha visão estava ficando turva toda a força do meu corpo se esvaia eu não conseguia ouvir direito, mas tinha uma sensação de um liquido quente em meu peito, e antes de desmaiar pude ouvir os gritos de Jean e a ultima coisa que vi foi à sala voltando ao normal – e parece que a simulação acabou- pensei antes de perder a consciência e desmaiar.


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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Jean Devanivie em Sab Jul 13, 2013 3:37 pm





O treinamento  
 
"There's nothin' wrong with lovin' who you are" She said, "'Cause He made you perfect, babe" "So hold your head up, girl and you you'll go far, Listen to me when I say"

Estava cuidando do tal de Daniel, ou pelo menos tentando. Fazia todos os feitiços de cura que naquele momento podiam passar em minha mente o que não eram muitos. 
Olhei para a direção do lago rapidamente já percebendo uma figura sombria ser jogado na direção de uma árvore, Victor. Enquanto a sala voltava ao normal eu já estava bem longe de Daniel gritando e completamente desesperada.  

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Nick Nightraven em Dom Jul 14, 2013 8:58 pm


Níck Nightraven


TAGGED:

Victor and Jean.

CLOTHES:

Ragged clothes.

NOTES:

My head is burning.

TheIsland.


Eu acordei  ao som de passos apressados e muitas vozes falando sem parar.

Já não estava mais na sala de treinamentos e os meus ferimentos haviam sumido, provavelmente alguém já havia cuidado de mim. Olhei ao redor para perceber que eu não estava na enfermaria. Na verdade, por algum motivo eu estava no corredor do terceiro andar, em frente à sala de treinamento. Ok, tem de haver alguma explicação para isso.

Me levanto com certa dificuldade, acho que por dentro não estou tão bem quanto aparento. Droga, minhas roupas estavam viradas em trapos. Ótimo, então nem elas se salvaram da "simulação".

- Senhor Presidente, peço desculpas em antemão, nós não pudemos mover nenhuma das vítimas para a enfermaria, este andar está interditado até entendermos a situação. - Um rapaz baixo e encorpado - muito novo, percebi - tentava me explicar a situação.

- Tudo bem, vocês fizeram o correto. Quem está coordenando a missão? - Perguntei calmamente, tentando manter uma postura digna de um Presidente, o que estava difícil com as minhas roupas daquele jeito. Se eu ao menos tivesse minha varinha poderia consertar isso... Flashes da batalha vieram à minha cabeça e subitamente ela começou a latejar. Preciso de uma aspirina.

-  O conselho nos deu ordens, em breve vocês serão liberados, os sobreviventes pelo menos. Tivemos quatro baixas senhor, ninguém sabe o que causou essa anomalia na sala de treino. Especula-se que foi sabotagem, quem sabe um feitiço.

- Pois posso lhe assegurar que ninguém neste andar está envolvido nisso. Evacue estes corredores imediatamente. As investigações podem continuar e se o conselho tiver algo contra isso eles que venham direto até mim, entendido? - Falei da forma mais séria possível, o rapaz pareceu desconfortável com a ordem mas logo respondeu.

- Sim senhor, o culpado não está entre as vítimas, evacuar os corredores, entendido. - Ele disparou na direção dos seus colegas de trabalho e alguns outros que estavam verificando a sala.

Me dirigi à saída um tempo depois, quando todos os outros envolvidos já haviam passado, mas não atravessei a porta. Eu teria que ficar ali inspecionando a ação dos outros guardiões pelo menos por um tempo. Preciso saber ao certo o que diabos aconteceu por aqui.

A situação de Victor era grave e ele provavelmente teria de passar um tempo na enfermaria, acho que só eu e Jean estávamos em condições de continuar de pé, o resto das vítimas provavelmente também ficaria sob cuidados médicos.

Eu a avistei próxima a escada -o olhar triste e os cabelos caindo-lhe pelos ombros de forma bagunçada -, que era longe de onde eu estava, então não acredito que ela tenha me visto. Percebi que ela estava subindo em direção aos seus aposentos. Pobre Jean, depois de tudo que passou e com o namorado na enfermaria, ela continua sendo super responsável e vai assumir seu posto na recepção como se nada tivesse acontecido. Volto para a sala de treinamento, onde diversos especialistas estão fazendo todo tipo de análise.

Chamo a atenção de um dos guardiões que se aproximou em prontidão.

- Me arranje uma varinha e chame o membro do conselho responsável pela operação. Temos muito que conversar. - Continuei com o meu semblante fechado e o olhar altivo. Algo inaceitável acaba de ocorrer sob o nosso teto, e eu vou descobrir quem foi o culpado.

Encerrado para todos.

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Megan Ivashkov em Seg Ago 26, 2013 7:34 pm




Break the Ice!

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Eu ainda estava enjoada, mas não tanto. Tinha dormido durante todo o trajeto do camp até o Black Castle, enquanto ele dirigia. Subimos direto para o terceiro andar e não somos parados nenhuma vez. Sorte, eu acho.
Ao entrar na sala de treinamento, vejo-a vazia, exatamente como eu queria, mas provavelmente fosse por causa da hora: quase cinco da manhã, esse povo trabalhador do Castle deveria estar acordando agora.
Preste atenção. Só não se meta, ok? Por favor.
Espero que ele tenha notado que pedi por favor. Doia dizer isso, sabe? Soa muito estranho quando eu digo, pelo menos para mim, mas eu realmente não queria que ele intervisse. Espero ele ir para um canto ou algo assim e digo em voz alta, no meio da sala:
Simulação de fundo emocional, conectada à medos e lembranças. Uma arma de fogo totalmente carregada e leve.
Depois de um tempo praticando, você já não se surpreende mais, só que é realmente incrível o que essa sala pode fazer. Bran me mostrou isso um tempo atrás e, por muitas madrugadas, nós viemos aqui de noite, para treinar. Esse era o nosso trato: eu comia durante o dia, como qualquer pessoa normal, e treinava forte de noite para perder as calorias que pensava ter ganho. Nossa troca. A única pessoa que soube como me fazer comer.
Eu gostava mesmo das simulações, mas estava um pouco destreinada. Tinha receio de fazer feio na frente do comandante, porque fazia uns bons três anos que não vinha aqui, mas imaginava que meus medos continuavam os mesmos.
A arma aparece na minha mão e prendo-a no short. Tempo suficiente de distração para que a sala toda ao meu redor tivesse mudado.
Eu estou em um lugar escuro, silencioso e muito familiar. Claro, porque minhas simulações emocionais sempre começam assim. Sou fortemente agarrada por trás, forçada a sentar em uma cadeira e tenho o corpo amarrado na cadeira por um homem. Não penso em reagir, porque sei as consequências disso. Deixo-o me amarrar com força e fico encarando as outras pessoas que chegam pela minha frente, todas trazendo pratos de comida deliciosos. Coma, Megan. Elas dizem. Só um pedacinho... Vamos lá, Megan, você já está muito, muito gorda, não vai fazer diferença se comer só mais um pouco. Ou, quem sabe, se comer tudo... Suas vozes são um sussurro que me dá arrepios. Elas vem chegando mais e mais perto. Não me atrevo a abrir a boca, se gritar elas empurram a comida para dentro da minha boca e eu perco, sei disso. Minhas mãos trabalham rapidamente atrás da cadeira, tentando desatar um complicado nó, que me deixaria livre. As pessoas estão agora praticamente tocando meu rosto e me obrigando a abrir a boca... Consigo desfazer o nó e me livrar a tempo. Empurro a cadeira para trás e saco a arma, atirando na cabeça de cada uma das pessoas, e vencendo o primeiro medo. Esperava que o comandante tivesse assistido tudo bem direitinho.
O cenário muda e agora estou na minha antiga casa. Sabia o que viria a seguir, e podia muito bem dizer ''fim da simulação'' para acabar com tudo, já que o comandante tinha visto o que eu queria, mas deixo rolar. A adrenalina me dava uma sensação boa de poder fazer tudo isso de novo, depois de tanto tempo, e o enjoo já tinha sido esquecido. A próxima cena, eu vejo de fora, sem participar. Vejo uma versão mais nova do meu pai discutindo com uma versão mais velha de mim, minha mãe. Eu estou ali, uma criança, chorando, sentada no sofá e assistindo a tudo. Minha mãe correndo até o quarto dela e voltando fechando uma mala. Meu pai implorando para ela ficar, dizendo muitas coisas ao mesmo tempo. Ela chamando ele de monstro. Meu pai visivelmente triste, dizendo que amava ela e falando sobre mim. Gritos. Ela dizendo que não ia me levar, que eu também era um monstrinho e que só iria atrapalhar. Meu pai implorando para eles conversarem com mais calma, ela abrindo a porta... E, de repente, a Megan no sofá não é mais uma criança, sou eu. Lágrimas quentes escorrem pelo meu rosto e era a primeira vez que eu chorava vendo essa cena. Meu pai e minha mãe me olham espantados quando eu levanto do sofá e aponto a arma para ela. Não hesito em atirar, bem no coração dela, e acabar com os gritos, a discussão dos dois e com aquela parte da simulação. Eu estava chorando, cada lágrima doía muito. Só seco-as, tento esquecer toda essa última parte e me preparo para a próxima.
Estou no meu quarto, sentada na cama, e olho para frente, focada, com a arma nas mãos. Os garotos começam a aparecer de todos os cantos. Não são muitos, mas são todos muito lindos. Todos os garotos pelos quais já fui alguma vez apaixonada. A maioria era muito nova, porque não me apaixonava há alguns tempo, mas não pensam duas vezes antes de subir na cama e começarem a me tocar. Não sorrio nenhuma vez. De um modo frio, atiro em todos os que levantam a mão para me baterem ou algo assim. Um a um, eles vão caindo no chão e então aparece Bran. Ele nunca, jamais, quer me bater nas simulações. Ele vem com um buquê de flores e chega bem perto de mim. Mas eu sei o que tem dentro do buquê. É a parte mais difícil para mim, atirar nele. Porque há uma faca de dentro do buquê e a verdadeira intenção dele é me matar. Vejo quando ele tira a faca e levanto a arma. Fecho os olhos e atiro no seu rosto. Pronto. Feito.
Geralmente, era nessa parte que minha simulação acabava. Só tenho isso de efeito emocinal, mas então o cenário muda e o comandante, o verdadeiro comandante, que estava num canto da sala até agora, vem para o meu lado. Estamos em uma espécie de igreja, toda arrumada para um casamento. Na verdade, a ilusão é que ele está arrumado também, ele vai casar. Percebo que nós dois estamos no altar, eu estou vestida de noiva. Mas não tenho medo de nada disso, ou lembranças assim. Viro para Christian e vejo que ele está meio tenso. Claro, a sala de treinamento capitou os medos e lembranças de todos dentro dela, o que incluem os do comandante também. Entrego a arma para ele e vejo alguns caras estranhos entrando na igreja.
O que está acontecendo, comandante?
Sussurro e espero alguma explicação dele. Nós íamos casar? Como assim? Quem são aqueles caras? E porque ele estava tão estranho?


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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Christian Markwell em Seg Ago 26, 2013 9:26 pm


Academia

O PIOR DIA DO ANO- @
Rose não come nada, mas toma um gole d'água. Fico preocupado com ela. Está certo que nunca tive uma aluna; porém eu me preocupo com as pessoas. E não posso vacilar com a filha do meu melhor amigo. Não faz bem a ela, nem a ninguém, ficar tanto tempo assim sem comer, ou sem sangue. Antes que eu possa contra argumentar, o que eu faria sem hesitar, a vampira me surpreende. Me diz que quer mostrar algo, que ajudará a entender isso. Penso por um segundo, mas vou com ela. Realmente quero saber o motivo. Quando mais souber de um caso, mais chances há de vencer a causa.

Digiro até o Black Castle. Mantenho a velocidade no máximo permitido em cada trecho. Rose dormiu, mas assim que estacionei ela acordou, como se sentisse que o carro havia parado. Sem transtornos, andamos até o Terceiro Andar, e, apesar de não estar esperando nada e tudo ao mesmo tempo, pouco surpreendo-me ao chegarmos na Sala de Treinamento. Ela pede para eu ficar um pouco afastado. Não gosto da ideia; só que ela pediu por favor, o que apenas ajudou a perceber mais ainda o quanto isso é importante. O cenário alterna-se, e ela logo está sentada e é tentada. Avanço um passo para tirá-la logo dali; até lembrar das palavras dela. Respiro fundo e recuo novamente; tento apenas observar. Como é possível que a chamem de gorda, é um mistério. Ela tem medo de engordar, porém acho que isso nunca irá acontecer, comendo ou não comendo. E alguém precisa mostrar isso a ela. 

Observo atentamente à cena familiar que ocorria na minha frente, lembrando-me que é apenas uma triste lembrança. Havia muitos casos de abandono ao descobrir a verdeira identidade no Mundo Sobrenatural. A mãe de Rose foi um desses. A cena logo acaba, quando .Rose atira na mãe dela. Muda novamente. Aparece uns caras que erguem a mão contra Rose. Eles sempre acabam aparecendo quando é a Rose, mais cedo ou mais tarde. A única coisa que não entendo é: se ela gosta tanto, como me disse, por que isso está entre os medos dela? não faz sentido. O último a aparecer é o Sr. Stark. Ele aparece com um buquê de flores, com uma faca. No meio. apesar de ser uma ilusão, preparo minha própria arma, caso precise interferir. Não precisei. Avanço um pouco na direção dela; por pensar que tudo havia acabado.

Eu estava errado. O cenário muda para uma igreja decorada. Casamento. - Não. Não.... Isso não pode estar acontecido. Não de novo. Não dá. Eu... eu... - O minha voz sai muito fraca e praticamente inaudível aos ouvidos de um humano, mas não para o de um vampiro. Rapidamente percebo o que está acontecendo. O simulador virou para mim. Sãos os meus medos que estão sendo representados agora. Não sei se vou conseguir. Quase incapaz de suportar isso da primeira vez; de novo é impossível. Não vou aguentar. Prefiro enfrentar um exército de diferentes seres sobrenaturais a ver isso novamente. Não percebi que havia falado isso em voz alta, até ver Rose me encarando. A arma está na minha mão, mas não consigo me mover.

É um pesadelo, com a diferença que agora eu estou acordado. O pior momento de minha vida sendo revivido. Fico imóvel. Não consigo mover um dedo sequer. Sinto minha mão esquentar. Todo o meu corpo. Estou fervendo, por dentro também. Não dá. Não consigo atirar em ninguém. Não consigo nem levantar a arma. Ignoro Rose ao meu lado, tentando de qualquer jeito saber o que está acontecendo. Meu rosto começa a suar frio. Viro de costas para a vampira; não quero que ela me veja assim. Tento não olhar para a cena; meus olhos me traem. Tristeza. Tragédia. Solidão. Luta. Morte. Desespero. Fuga. Tiros. Perdas. 

Não faço ideia do porque Rose é a noiva. Nem quero saber agora. Com todas as minhas forças tento fechar meus olhos; sem sucesso. Vejo a cena de novo com apenas uma mudança de papel. Como se fosse uma peça de teatro. A igreja é invadida. Homens de preto. Os tiros são dados; os convidados fogem; a noiva morre em meus braços, antes que eu consiga tirar a arma do meu terno. O sangue dela se esvai e cobre-me por inteiro. Uma pequena lágrima cai dos meus olhos, enquanto seguranças, guardas e amigos combatem os invasores. Sei que tenho que ajudar, mas não posso. Não consigo. Meus olhos não se desviam do corpo inerte e sem vida da mulher. Meus dedos do meu eu presente tocam a aliança. Seguro com firmeza a arma, antes que ela possa cair. Respiro fundo três vezes. Meu corpo continua com a temperatura alta, mas consigo me recuperar. Por fora. Por dentro... Meus olhos adquirem uma frieza e estendo o braço que carrega a arma. Atiro vária vezes em várias direções, atingindo os invasores. Não sei como consegui arranjar forças para fazer isso, mas eu consegui. O cenário volta ao normal; apenas uma sala. Viro-me novamente de costas para Rose, lembrando que ela está ali, depois de muito tempo perdido em mim mesmo. Vou até a parede e encaro-a. A arma já está no chão, não lembro quando larguei, só sei que o fiz.

A parede é lisa, transparente de medos, ilusões ou lembranças. Tão diferente dos seres sobrenaturais. Ela não carrega nenhum fardo, nem nada. Apenas vive a vida. Sem remorsos. Nem nada. É tão... simples.


 

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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Megan Ivashkov em Ter Ago 27, 2013 7:05 pm




Break the Ice!

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Assisto a toda a lembrança que se desenrola na minha frente. É ótimo mesmo nós estarmos só assistindo, porque a noiva morre. No caso, eu sou a noiva, por algum motivo não explicado, e eu morreria. Essa sala de treinamento pregava esse tipo de peça, de vez em quando... Porque eu estava vestida de noiva e o comandante parecia que ia casar também?!
Não me importava muito, o comandante não me respondia e não conseguia tirar os olhos do que estava acontecendo. Eu olho também e me arrependo de ter dito que ele não consegue esquecer o passado. A noiva morre nos braços de uma versão bem pouco mais nova dele. Vejo os convidados e meu pai entre eles, combatendo seja lá quem forem os homens de preto. E Christian não tem reação. Nem o verdadeiro, que está parado ao meu lado com a arma na mão, nem o da simulação, com a noiva nos braços. Ela era simplismente linda, mas quando morre se torna feia. Não sei por quê. Acho que é assim com todo mundo.
O comandante parece voltar a si ao meu lado e levanta a arma, em um movimento claramente automático, e atinge os invasores.
Estou paralizada. É simplismente horrível. No começo, consegui ouvi-lo dizendo que não ia aguentar tudo de novo, que preferia enfrentar um exército a ver isso de novo. Não sabia que ia ser tão ruim assim. Vou devagar até ele, que largou a arma e agora encara a parede, com olhos fixos em um ponto.
Coloco a mão em seu ombro e me apoio na parede, de lado.
Ei... Olhe para mim...
Espero o tempo necessário até que ele vire para mim. Sei o que o comandante está passando. É difícil para todo mundo quando vê suas piores lembranças de novo.
Você foi muito bem... Sério. É a primeira vez, depois de muito tempo, que você encara isso, e você foi maravilhoso, mas desculpa... Eu deveria ter dito logo ''fim da simulação''... E você não passaria por isso.
Eu tinha acabado de pedir desculpas para ele? O que está acontecendo comigo!? E eu também estava sendo doce com ele e, embora isso seja muito estranho, acho que é por causa da reação que ele teve. Não parecia nada bem. Lembro da primeira vez que encarei, especialmente, a lembrança da minha mãe. Além de tudo, ainda é um treinamento e, se eu deixasse a cena rolar, minha mãe sacaria uma faca e me mataria. Ou tentaria me matar, mas, felizmente, na primeira vez, Bran estava comigo e matou ela, mas só depois de ela ter me deixado com alguns cortes. Porque eu não conseguia me mexer.
Olha, às vezes é bom reviver essa lembranças. Você tem a ilusão de que pode criar um novo...
...fim. A palavra fica entalada na minha garganta. O que adiantava ele criar um novo fim para a lembrança, se na realidade a noiva dele tinha morrido? Eu, pelo menos, podia ter o gostinho de matar minha mãe...
Foi mal. Deixa pra lá. Quer dar uma volta, pegar um ar, ou algo assim?
Perguntei, desencostando da parede.


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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Christian Markwell em Ter Ago 27, 2013 11:44 pm


Academia

O PIOR DIA DO ANO- @
Rose se aproxima, mas só percebo quando ela coloca a mão no meu ombro. Foi um toque gentil, carinhoso e solidário. De relance consigo perceber que ela se apoia na parede. Pede para olhar para ela. Não consigo. Não consigo olhar para nenhum lado, nenhum lugar... Tudo está perdido. Não tem volta. Não sei como consegui viver até hoje; arranjei algum jeito. Jeito que no momento não lembro qual é. Sinto-me culpado, por não ter feito a cerimônia mais segura. Sinto-me culpado por tê-la deixado entrar na minha vida. Sinto-me culpado, por não ter defendido a vida dela com a minha. Sinto-me culpado pela morte dela. 

Eu escuto, sim, tudo que Rose diz. Dos elogios às, bem, dicas, eu acho. Ela não completa a frase; porém eu imagino o resto. Criar um novo fim. Não dá. Ela está morta; não há um novo fim. Não há um novo nada. Tudo foi como aconteceu; mudar é impossível. Assim como recomeçar. Ela logo se desculpa e pergunta se quero dar uma volta ou algo assim. - Não, não precisa. Eu estou bem. - Pelo menos eu espero que fique. Desvio o olhar dela para sentar no chão, encostando na parede. Ela também senta. 

- Eu disse que você era uma boa pessoa. - Mudo logo de assunto, forçando um sorriso; como se para dizer que eu estava bem, apesar de eu não estar. Não gosto de conversar com os outros sobre mim, principalmente... principalmente sobre isso. Então, sim, eu fugi do assunto. - Então... Você não come por medo de engordar? - Voltei a conversa para ela, na esperança que Rose nunca mais toque no assunto. Adquiro uma expressão normal, sem transparecer o que penso, sinto ou acho.

Eu penso que eu a matei, mesmo que indiretamente. Puxei-a para minha vida. A pedi em casamento. Fui responsável pela segurança, que falhou, ocasionando a morte dela.

Eu sinto que poderia ter feito algo para salvá-la da morte. Estava armado, poderia ter puxado a arma. Ou jogado-me na frente dela, morrendo no lugar de Ângela. Pelo menos eu estaria feliz.

Eu acho que se ela não tivesse me conhecido, ainda estaria viva.

Apesar de tudo isso, apesar de me culpar eternamente pelo que aconteceu, estou seguindo em frente. Foco só no meu trabalho, o que, agora, inclui o de professor particular de aula de defesa pra Rose Ivashkov. E, agora, vou ajudá-la a superar algo e a comer mais. Agora, estou chegando à conclusão que o que ela tem é chamado de bulimia. Após comer, ela se culpa por ter ingerido algo, e vomita intencionalmente. 


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Re: Sala para Treinamento

Mensagem por Megan Ivashkov em Qua Ago 28, 2013 10:06 pm




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Mesmo estando claramente mal, o comandante não aceita dar um passeio e insiste que está bem. Não digo nada, se ele me acha teimosa e forte para suportar coisas assim, como já me disse milhares de vezes, ele era o que? Um sem sentimentos? Não acredito nem por um momento no que ele fala.
Sento no chão, ao seu lado, e ignoro completamente o comentário de um ser uma pessoa boa. Ah, tá. Vai nessa. Ele me pergunta, então, se eu não como por medo de engordar. Sabia que essa questão ia surgir em algum momento e minha reação é diferente do que eu mesma tinha imaginado. Não discuto, ou digo que ele está louco. Simplismente apoio a cabeça na parede e fecho os olhos.
Certas pessoas pensam melhor de olhos fechados e eu sempre mantinha os olhos abertos, porque não sou esse tipo de pessoa. Ou não era. Eu realmente não sei o que está acontecendo comigo, porque estou sendo... legal, e coisas assim. E porque parecia que eu estava cada dia mais fraca? Agora que a adrenalina em meu sangue tinha baixado, o enjoo voltava com força total e eu ignorava-o, como sempre. Será que Liss estava certa sobre eu estar... doente? Não, não podia ser. Eu não estou doente.
Penso em, no mínimo, quatro maneiras diferentes para responder a pergunta dele: negar, ironizar, concordar e...
Não é tão simples assim.
Digo, depois do que parece ter se passado muito tempo.
Sabia perfeitamente que ele estava desviando o assunto da simulação da sua lembrança, que ela tinha mesmo deixado-o desestabilizado, que ele não queria que eu perguntasse nada e que era impossível esquece-la. Fico um tempo repassando os acontecimentos e a não-reação dele com a noiva bonita-e-depois-feia nos braços. Pelo pouco tempo que eu conhecia o comandante, sabia que era isso que o abalava. Ele não havia feito nada. Não o culpo, julgo, ou algo assim, mas sabia que ele se culpava.
Eu não queria desviar o assunto de novo, mas pergunto, porque é impossível não dizer nada:
Qual era o nome dela? Da noiva, quero dizer.
Acho que isso é a morte: quando o ''é'' se torna ''era''. Nossa. Isso é muito, muito, muito dramático. Vamos deletar, Megan.
É um péssim momento, mas ali, esperando ele responder, sei qual o desejo que eu quero. Só preciso do momento certo para pedi-lo. O que vai acontecer assim que eu me irritar com ele e, tenho certeza, não vai demorar muito.


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Megan Ivashkov
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